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Pela terceira vez neste ano, o governador Tarcísio de Freitas usou o seu, o meu, o nosso dinheiro para viajar aos EUA. Foi novamente se encontrar com um procurado pela Justiça, um golpista e um deputado cassado. Tarcísio não está nem aí para questões éticas, legais ou morais. Tem olhar fixo no poder.
A viagem não teve nenhum caráter oficial. Ele foi fazer política. Tarcísio foi pedir permissão ao filho do miliciano, foragido nos EUA, para lançar o presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado, candidato ao Senado. Claro que Eduardo impôs um preço, que Tarcísio pagou: o próprio golpista será o candidato suplente.
Ou seja, ficou acertado que se todos se derem bem, Prado será nomeado ministro. Ou vai para algum cargo na máquina pública, pago com dinheiro do nosso imposto, para abrir a vaga no Senado para Eduardo Bolsonaro.
A estratégia tem a pretensão de driblar o atual favoritismo das candidatas de esquerda. Segundo as últimas pesquisas, Simone Tebet e Marina Silva lideram as intenções de voto para o Senado no Estado. Tarcísio alegou ao bananinha que precisa de um nome menos "ideológico", mais de "centro", para fazer frente a elas.
Quem não gostou da decisão foi Ricardo Salles,o motosserra. Ele promete se manter como candidato "independente" e sugar os votos da extrema-direita.
Que nós, eleitores, tenhamos juízo e afastemos essa gente nefasta e despudorada.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários

A direita brasileira vai aos EUA negociar a venda do país. A busca do lucro pessoal e dos cargos de interesse. Para ter segurança negociam também a fuga, o passaporte é formas de desfrutar as riquezas tiradas do povo.
ResponderExcluirA corrupção é a marca do povo norte-americano e batem com alguns aqui.