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Quanto mais “cavoca”, mais minhoca aparece. Há um holofote de evidências de que o pedido de dinheiro de Flávio Bolsonaro ao então banqueiro Dainel Vorcaro era cobrança de propina.
Os R$ 134 milhões não eram para pagar filme nenhum, correspondiam a 11% de todos os recursos depositados pelo irmão Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, no Banco Master. Por isso, em vez de ir para alguma produtora, foram para Eduardo Bolsonaro.
Tudo que a família faz tem o objetivo prioritário de arrumar dinheiro. Também para supostamente fazer o filme do asno negro, o grupo miliciano acionou parlamentares de todas as partes.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, deputados estaduais destinaram R$ 700 mil em emendas parlamentares para empresas e ONGs ligadas à Go Up, produtora do tal filme e que tem como sócia Karina Gama.
A mesma Karina Gama é a dona da ONG Instituto Conhecer Brasil, que recebeu R$ 108 milhões (!) da Prefeitura de São Paulo para supostamente instalar pontos de internet na cidade. A prefeitura, é bom lembrar, é comandada pelo irmão Ricardo Nunes, que sonha em ser candidato a governador na rede bolsonarista.
Da chamada rachadinha, nome dado ao estelionato de salários do funcionalismo, quanto mais cavoca, mais claro fica que a família construiu uma intrincada indústria de roubar dinheiro público para se enriquecer.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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