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Horas depois de chamar o Papa Leão XIV de “fraco” e “liberal demais”, o presidente dos EUA, Donald Trump, compartilhou uma imagem criada por IA que o retrata como Jesus Cristo curando doentes.
O primeiro Papa nascido nos EUA manifestou-se contra a guerra no Irã, condenando a “violência absurda e desumana” dos EUA e Israel.
Segundo o jornal The New York Times, o comportamento errático e falas extremistas reacendem nos EUA discussões sobre a saúde mental de Trump. Falas desconexas e ofensivas têm sido uma rotina de um líder desequilibrado.
Aqui no Brasil, a 3ª Vara Cível do Rio de Janeiro determinou o bloqueio das contas do deputado Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG) para garantir o pagamento de indenização de R$ 100 mil ao youtuber Felipe Neto.
Quando era ministro do Turismo da extrema-direita golpista, Antônio fez posts acusando Neto de pedófilo e “criador de livros pornográficos para crianças”.
Essas duas loucuras, de Trump e do bolsonarista, que estão na pauta do dia são apenas mais dois exemplos de perigo que as redes sociais representam. Em tempos de eleição, o risco se multiplica, com consequências incalculáveis.
O que já se vê é uma sociedade com sinais de saúde mental abalada, que confunde realidade com versões narradas em posts e mensagens mentirosos, culminando em confusões mentais irreversíveis de dar inveja a Trump. Uma loucura coletiva que nem Freud explica por não ter vivido essa “modernidade”.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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