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Sob a gestão do miliciano Jair Bolsonaro, que liderou uma tentativa de golpe de Estado para se perpetuar no poder e continuar roubando, o INSS alterou regras do crédito consignado para permitir o funcionamento de um cartão de benefícios que impulsionou o Banco Master a partir de 2022.
Uma das mudanças foi implementada pelo INSS vapt-vupt, 16 dias após pedido do Master para operar o cartão.
A criação de normas específicas para o cartão consignado de benefícios na gestão Bolsonaro alavancou as operações do Credcesta, que incluía a exploração de serviços adicionais como desconto em farmácia e até auxílio funeral.
Alavanca do Master, o cartão era operado em 24 Estados e 176 municípios, sempre explorando servidores públicos estaduais e municipais.
Se alguém ainda tinha dúvidas sobre a origem desse escândalo, está aí mais uma digital do bolsonarismo. Além da ajuda do INSS, o gângster contou com todo o apoio do Banco Central chefiado por Roberto Campos Neto, o queridinho da Faria Lima.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários

Uma coisa que precisamos atualizar são as regras eleitorais. Nomes envoltos e escândalos, políticos com condenação clara e volta ao cenário. Famílias envolvidas em enriquecimento ilícito e os olhos do TSE se fecham.
ResponderExcluirQual partido busca endurecer as leis ? Qual juiz julgaria essas pessoas que se candidatam? O que explica não se exigir um curso preparatório para se lançar na vida política?
Vemos pessoas, em fase final de carreira, jogadores, globais, bbbs, e até sertanojos decadentes se colocarem a serviço do povo
Moralizar é preciso, mas aí entra o povo. O que escolhe e que, com toda tecnologia não se informa e se vende aos cargos e mimos.
Aí está a democracia.