Cresce a fritura do vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth. Sim, você provavelmente não o conhece nem nunca ouviu falar dele, mas o vice-governador é esse aí, e não é flor que se cheire.
Com muita gente de olho no cargo, os malfeitos de Ramuth estão vindo a público. O site Metrópoles, mesmo que viva de provocar cliques, revelou que o ex-prefeito de São José dos Campos é acusado pelo governo de Andorra de lavar dinheiro.
No ano passado, a Justiça do pequeno país entre Espanha e França, nos Pirineus, congelou US$ 1,4 milhão das contas de Ramuth e sua mulher por considerar que o dinheiro não tinha determinação de origem.
Tarcísio de Freitas desconversa, alega que é tudo “fofoca de eleição”. Ramuth diz que está tudo declarado no Imposto de Renda. Porém, na campanha de 2022, ele informou ao TSE um total de R$ 1,4 milhão em bens, sendo R$ 67 mil em dinheiro vivo, e nenhum valor no exterior.
Por que um político com fama de malfeitos tem tanto dinheiro no exterior? E por que justamente em paraísos fiscais? Por que tanto dinheiro em espécie debaixo do colchão?
Ramuth deve respostas, mas pelo andar da carruagem, União Brasil, PL e Podemos podem tirá-lo da chapa de extrema-direita.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com


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