//NOTAS SERRANAS// A CPFL não atende? O jeito é apelar para o prefeito, vereadores, primeira-dama...
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Os dois projetos de lei da Ordem do Dia da sessão da Câmara Municipal de segunda-feira, 10 de fevereiro, não foram votados. Ambos foram objeto de pedidos de vista, aprovados pelos vereadores.
O primeiro projeto, de autoria de Ana Bárbara Magaldi, instituía na cidade o programa "Maria da Penha Reeduca", que, segundo ela, tem como diretrizes, "além da conscientização e responsabilização, o rompimento da cultura de violência contra a mulher, em todas as formas de manifestação, a desconstrução da cultura patriarcal, o combate à violência contra as mulheres, com ênfase na violência doméstica, e a participação direta do Ministério Público e do Poder Judiciário no encaminhamento dos autores de violência".
O pedido de vista foi feito pelo presidente da Mesa Diretora, Waguinho do Hospital, que o justificou sob o argumento de que gostaria de ter mais tempo mais analisá-lo. Posteriormente, ele afirmou que poderá acrescentar emendas ao texto.
O segundo projeto era de autoria de Anna Beatriz Scachetti, que não faz parte do grupo político do prefeito Elmir Chedid. Ele criava o projeto "Redescobrindo a História e o Patrimônio Histórico do Município de Serra Negra", que visa a preservação patrimonial da identidade sociocultural da cidade.
O vereador Leo da Ambulância foi o autor do pedido de vista. Argumentou que um projeto semelhante estava sendo feito pela recém-criada Secretaria de Cultura. Anna Beatriz usou o microfone para dizer que o pedido de vista era um direito dos vereadores, mas lembrou que regimentalmente o prazo para os projetos voltarem à votação é de 15 dias. "Se meu projeto não voltar nesse prazo vamos ter um problema aqui", afirmou. Em resposta, Leo da Ambulância afastou essa possibilidade.
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