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O Brasil foi o principal destino do investimento chinês no exterior em 2025, somando US$ 6,1 bilhões, 45% mais do que no ano anterior e o segundo maior volume da história – só perde para os US$ 8,8 bilhões de 2017.
Os chineses investiram no que há de mais relevante no setor produtivo contemporâneo, como transição energética e novas fronteiras da mineração. A China, é oportuno lembrar, é líder em reservas de minerais estratégicos, seguida do Brasil.
É nesse contexto que os presidentes Lula e Donald Trump se reúnem nesta quinta-feira (7), para desespero dos milicianos. O prato do dia na Casa Branca é o interesse dos EUA em terras raras brasileiras.
Não foi por acaso que na quarta-feira (6) a Câmara aprovou o PL que cria a Política Nacional de Minerais Críticos. A aprovação foi um pedido do governo para respaldar Lula na conversa com Trump.
A proposta aprovada cria o marco legal para itens como lítio, cobalto, nióbio, grafite e terras raras. São essenciais na transição energética, para a indústria de defesa e a produção tecnológica.
É com esse olhar que as potências disputam espaço no mundo, e Trump parece entender a importância do Brasil nesse cenário, por se traduzir em dinheiro. Por isso ligou para Lula há dois dias e encerrou a conversa com um “I love you”.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários

Os EUA nunca disputaram nada, impuseram modelos de consumo de recursos na base da porrada e do poder bélico.
ResponderExcluirOs tempos são outros quem manda agora é a China ,e esta vem para negociar com vantagens ao Brasil.
Lula perde tempo em querer agradar gregos e troianos. É preciso postura para enterrar o petrodolar e empurrar para o abismo esse império decadente e belicista de Trump.
O mundo mudou.