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O presidente Lula mudou a estratégia, passando de apoiador a protagonista na ideia de mudar a jornada de trabalho no País.
A nova posição do governo pressupõe o envio ao Congresso de um projeto de lei (PL) com urgência institucional prevendo o fim da jornada 6x1, que será substituída pela jornada 5x2 e redução das atuais 44 horas semanais para 40 horas sem redução de salário.
O PL do governo pretende substituir a proposta de emenda constitucional (PEC) que já tramita no Congresso. A mudança visa dar maior garantia ao que será aprovado, pois no final o presidente tem o poder de veto de partes ou até de todo o projeto, se houver adulteração.
Como o projeto terá a chancela de urgência, precisará ser analisado e votado sob pena de paralisar toda a pauta do Congresso.
Pesquisas recentes mostram um forte apelo popular da mudança da jornada de trabalho, que tira do trabalhador boa parte da exploração indevida herdada da escravidão.
Se aprovada a proposta, será uma revolução trabalhista no Brasil, irritando ainda mais as elites retrógradas.
REALISTA – Em conversa com Tarcísio de Freitas, Flávio Bolsonaro reconheceu que não está preparado para ser presidente e que não votaria nele mesmo.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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