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Para eles, essa é a razão de o PSD ter optado por lançar candidato próprio à Presidência. Apesar de satisfazer o ego, Ronaldo Caiado está cumprindo o papel de divertir a plateia e evitar que os candidatos a deputado e senador do partido se constranjam em declinar seu voto presidencial.
Gilberto Kassab, dono do PSD, está de olho na formação de bancada no Congresso, o que significa cofre mais cheio.
A questão é que graças à fraqueza da gestão anterior, o Congresso brasileiro conseguiu ser o controlador de recursos como nenhum outro parlamento do mundo, com destino muitas vezes duvidoso. O presidente da República se enfraquece, tem cada vez menos voz e dinheiro.
Além das emendas que irrigam currais e contas próprias, um partido que conseguir eleger cem deputados poderá administrar cerca de R$ 1 bilhão de fundo partidário. É uma montanha de dinheiro que dá para lambuzar muita gente. Por que ter de se comprometer com picuinhas palacianas?
Nessa conjuntura, o risco de piora é enorme. Nunca o voto proporcional foi tão importante para definir o futuro político do Brasil como agora.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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