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É inacreditável que quase metade do eleitorado brasileiro ainda se diga capaz de votar num representante da milícia extremista. Como se não bastassem todos os indicadores péssimos deixados pela gestão desastrosa, as ações atuais são contra o País.
Quando Donald Trump impôs medidas prejudiciais ao Brasil ao acreditar na versão mentirosa do golpista, a gangue toda apoiou a condenação de empregos e do orgulho brasileiros.
A história se mantém de pé. No mesmo tom, a questão gira em torno da intenção do governo dos EUA de classificar organizações como o PCC e o CV de “terroristas”. O bolsonarismo apoia a ideia, contra o Brasil.
Diplomatas lembram que essa classificação possibilitaria aos EUA fazer ataques militares no Brasil sob argumento de combater o tráfico de drogas.
Representantes do governo dos EUA no País confirmam que a ideia é encabeçada pelo secretário de Estado, Marco Rubio, e está bem avançada, podendo ser levada ao Congresso nos próximos dias.
O incrível é que essa gente se diz patriota, de família e crente. Como a vinheta não orna com a prática, fica mais uma vez comprovado que para a massa, o que importa é a versão.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários

A estupidez tem várias facetas, uma delas é crer sem ler. A baixa escolaridade, a submissão a favores ou até cargos são as justificativas dessa visão reduzida de sociedade.
ResponderExcluirAfinal foram 21 anos de ditadura, de globo e jornal nacional. Uma lavagem cerebral diária e conservadora.
De 85 para cá o governo democrático não riou formas de combater esse meio,vwue por pior das coisas, se modernizou para pior e alienou boa parte da juventude, hoje, abutres de herança.
A ruptura de sociedade é o isolamento social se deram com celulares e jogos para distrair a mente dos problemas reais e criar bolhas de dissonância cognitiva.
Escolas e professores particulares pensam no lucro e matar a escola pública lhes rendeu números e não são avaliadas.
Assim nasce o fascismo e a dominação das massas.