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Assessores próximos do presidente Lula dizem que as recentes pesquisas mostrando uma vantagem curta sobre o candidato de extrema-direita em cenário de empate técnico já eram esperadas.
Preocupa, porém. As análises indicam que as entregas do governo não estão sendo percebidas como tal, e novamente mostram a necessidade de mudar a estratégia e a forma de comunicação.
Para muita gente, fazer comunicação de massa não é mais anunciar em grandes veículos e concentrar esforços nas plataformas de imprensa ou em veículos convencionais.
O esforço pode ser inútil porque as pessoas estão hoje mais sensíveis ao que se diz nas redes sociais e principalmente nos grupos de mensagens. E nem sempre o que se diz ali são verdades. Além do mais, esse ambiente não é exatamente propício a fatos. Prevalecem as versões.
Uma nova estratégia de comunicação do PT e do governo tem de passar por mudança de orientação. Deve apostar em influenciadores, dissimular orientações e invadir grupos de conversas, onde titias e tiozões se convencem com qualquer bobagem a ponto de ter gente achando que Lula está morto e estamos sendo governados por sósias.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários

Um país sem estudo e uma geração a se formar enfrenta esses paradigmas.
ResponderExcluirA verdade é manipulada, a mídia é conservadora e a fé mercadoria.
Eleições mudam tudo ou conservam tudo. Veja o caso da Argentina, foi sepultada viva por Milei.