//FERNANDO PESCIOTTA// Governadores apoiam o caos



O governo Lula fez nova proposta para os Estados no sentido de evitar que a estúpida guerra contra o Irã resulte em aumentos generalizados no País por causa da crise de abastecimento do diesel importado.

A nova proposta foi necessária porque a primeira não teria agradado os governadores, que preferem apostar no caos em ano eleitoral e se aliaram aos mafiosos dos postos de combustíveis.

Para o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, os governadores estão no mínimo se omitindo ao resistirem a um acordo para conter o ICMS incidente sobre o diesel importado.

Diria que os governadores estão sendo tão irresponsáveis quanto os donos de postos, classe que deveria estar fazendo companhia a seu líder na Papuda.

Como diz Boulos, os aumentos de preço estão se dando de forma despropositada, por especulação de distribuidoras e de postos de gasolina. Mas também há grande dose de má-fé, sob a inação dos governadores.

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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com

Comentários

  1. Meu avô sempre usava uma expressão que era, do couro sai a correia. Lula precisa ser republicano, mas não ao extremo de não reconhecer essa chantagem.
    Se governadores apostam na desgraça do povo, do seu estado, é sinal que não presta para um futuro político.
    Há uma grande chance de evoluirmos como país, assim como, voltarmos a ser colônia.
    Lula precisa ser mais religioso e começar a dar a esses políticos um pouso na estalagem de Procusto e explicar o significado da frase "é dando, que se recebe".
    Todos os políticos de direita agem assim com as prefeituras de esquerda e a reciprocidade fica em segundo plano.
    O país é de todos, mas nem todos o veem assim. Fazer política contrária aos interesses e necessidade do povo é sinal de algo está errado.
    Não adianta pedir paz se dentro do país há políticos que querem que os EUA nos bombardeie.
    Parece loucura mas essa é a realidade do mercado e da mídia paga pelo colonizador.
    Um povo que não se respeite enquanto povo só pode ser explorado.

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