//FERNANDO PESCIOTTA// Chegada da campanha



A confirmação da candidatura de Fernando Haddad em São Paulo não é o único fato novo que caracteriza a chegada efetiva do processo eleitoral. Em vários Estados, governadores renunciam para concorrer a outros cargos e vai se configurando um quadro polarizado.

Com a oficialização da candidatura de Haddad, muita gente tem despertado para um balanço da sua atuação no Ministério da Fazenda, cujo saldo é muito positivo.

Em três anos e três meses, Haddad entregou a reforma tributária sonhada desde os anos 1990 e a isenção do Imposto de Renda dos milhões de brasileiros que ganham até R$ 5 mil. Além disso, sustentou o crescimento do PIB durante todo o mandato de Lula, fato histórico.

Haddad agora é visto como aposta do PT para garantir palanque e boa votação para Lula no maior colégio eleitoral do País. Terá a companhia, também confirmada, de Simone Tebet, que disputará uma cadeira no Senado por São Paulo.

Nestes dias de atenção à absurda guerra contra o Irã, ressalte-se a renúncia de Romeu Zema em Minas Gerais. Ele insiste em disputar a Presidência da República, mas não será estranho se aceitar a indicação de vice na chapa miliciana.

SINAL FRANCÊS – A conjuntura política francesa é parecida com a brasileira, com a diferença intelectual do eleitorado que tem rechaçado a ameaça da extrema direita. Neste domingo (22), os socialistas mantiveram as principais prefeituras do país, como Paris, Marselha e Lyon.

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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com

Comentários

  1. Eleições, no Brasil, se trata de um investimento. Os ricos lançam grandes quantias para garantir seu status. Não querem perder sua galinha dos ovos de ouro, mas não se envergonham em dividir os ovos, desde que fique com a galinha.
    Não há nacionalismo e sim um entreguismo descarado e vergonhoso.
    Não pensam no coletivo, somente nos lucros. E para terem candidatos nesse nível contam com a ignorância dos eleitores e com a globo.
    Escolas militares para os pobres Escolas particulares para pseudos ricos.
    Haddad fará bonito por SP é bom nome e já mostrou sua competência no governo.
    O desafio está no mundo miliciano e nas mentiras que fazem o povo agir na ignorância dis fatos e da realidade.
    Veja o caso do padre Júlio, perseguido por políticos milicianos.

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