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O assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes nesta segunda-feira (15), em Praia Grande, é resultado de vários erros, mas é fundamentalmente uma demonstração da falta de inteligência na segurança pública sob a dupla Tarcísio de Freitas e Guilherme Derrite.
No começo do ano passado, o governo do extremista mandou centenas de agentes da PM para a Baixada Santista para vingar a morte de um soldado. O resultado foi trágico, incluindo o assassinato de inocentes, abusos e violência desenfreada.
Ou seja, para Derrite e Tarcísio, a segurança pública se resume à força e violência, sem estratégia, planejamento e investigação.
Um homem como Fontes, responsável pelo indiciamento dos principais líderes do PCC, não poderia andar sem cuidado especial, mas também não é possível aceitar que a polícia paulista não tenha astúcia e inteligência suficientes para prevenir ações como essa.
O caso mostra que as fações criminosas conseguem ser mais sofisticadas do que o comando da segurança pública do Estado mais rico e poderoso da Federação.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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