O diagnóstico de câncer é em geral um divisor de águas na vida do paciente. O equilíbrio emocional, revelam estudos científicos,
é fundamental para enfrentar as mudanças no rumo da vida e em especial para o engajamento no tratamento e o prognóstico positivo com chances reais de cura.
Para acolher nesse momento crucial da vida mulheres serranas e região portadoras de todos os tipos de câncer, nasce a Associação Juntando Forças,
presidida pela médica obstetra, ginecologista e mastologista Daniela Biller. A solenidade de inauguração será na segunda-feira, 10 de março, às 19 horas, no Lar São Francisco de Assis, na Avenida
Juca Preto, nº 651, Bairro das Palmeiras.
A instituição filantrópica sem fins lucrativos, políticos ou partidários, contará com o apoio de serranos voluntários e a
participação de profissionais das áreas da saúde, esportes, estética e artes, entre outras, que vão oferecer acolhimento, orientações, informações e serviços
às pacientes.
Para participar das reuniões periódicas do grupo, basta se cadastrar por meio do WhatsApp que estará disponível a partir de 10
de março. “O principal objetivo é o acolhimento emocional para que as mulheres possam enfrentar a doença com otimismo, amor, e sabendo que há um grupo de apoio que quer que ela vença
e busque a cura e tratamentos menos dolorosos, porque a parte emocional e mental é muito afetada”, afirmou Daniela.
A médica vem se preparando ao longo de sua carreira para realizar esse trabalho. Além da experiência no consultório e no atendimento hospitalar,
Daniela é pós-graduanda em Liderança Positiva. “Estou trazendo muitos elementos para melhorar essa visão de otimismo e autoconfiança para superar esse momento, que é um divisor
de água. Muitas mulheres que veem o chão abrir diante de um diagnóstico às vezes não têm apoio nem da família”, destacou.
As reuniões serão momentos de conversa, orientações e também de cuidados pessoais e emocionais e culturais com sessões de maquiagem,
cuidado de cabelo, podologia, psicanalise, nutrição, oficinas de artes plásticas e ioga, entre outras. “Será um momento para que a paciente descubra sua fortaleza como pessoa e mulher”,
concluiu a médica.
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