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Corre em Brasília um boato de que um candidato a presidente acusa a campanha de Flávio Bolsonaro de receber dinheiro do governo de Donald Trump, o que é crime e impugnaria a candidatura.
Não seria nenhuma surpresa. O candidato está louco para sacramentar o papel de vassalo dos EUA no Palácio do Planalto. Cordeirinho como o pai, não está nem aí para quem governa de fato, desde que fique com a grana que planeja abocanhar.
O amor pelo dinheiro nessa família é maior do que tudo. As investigações da Polícia Federal e as revelações do Coaf comprovam o abuso do cara de pau para arrecadar dinheiro. Usaram o filme de terror como mero instrumento de enriquecimento ilícito.
O malabarismo para arrumar dinheiro e a tentativa de evitar que se descobrisse o esquema incluiu a criação de uma empresa de fachada chamada Instituto Super Poder Educacional, que intermediou o repasse de dinheiro público para a produtora do filme.
Esse tal Instituto tem sede na Avenida Dr. Timóteo Penteado, em Guarulhos, onde na verdade funciona uma loja de noivas.
Com a quebra, finalmente, do sigilo do caso Master, mais podres dessa gangue vão aparecer, e nem o vestido de noiva vai disfarçar a maracutaia.
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Fernando Pesciotta é jornalista, consultor em comunicação e colaborador do Viva! Serra Negra. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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