//FERNANDO PESCIOTTA// Péssimo gestor



Tarcísio de Freitas ganhou o apelido de “Concurseiro”, pois nos debates eleitorais não fala de política, perspectivas ou realização dos sonhos dos eleitores, mas fica empilhando dados.

Essa estratégia, porém, não parece ser das melhores para ele. Se quer se projetar como técnico, deveria ser visto com um mau técnico.

Em quase quatro anos de mandato, Tarcísio conseguiu a proeza de transformar o Estado mais rico da Federação. São Paulo saiu da condição de superavitário orçamentário para deficitário.

No ano passado, o Estado teve déficit de R$ 12,2 bilhões, o pior resultado desde 1995. Para este ano, as projeções são de outro prejuízo, de R$ 9 bilhões, os mesmos R$ 9 bilhões de superávit entregue no último ano da gestão anterior.

Seu governo não tem uma marca além daquela de privatista, num sinal de que não investiu em nada. Ao longo de quase quatro anos, o governo do Estado mais poderoso do País se limitou a ter investimentos de poucas parcerias público-privadas (PPPs), mas com um P só, sem interesse público.

Além disso, o péssimo resultado financeiro é resultado do aumento de favores concedidos a empresários com o irresponsável aumento de renúncia fiscal, quando o Estado abre mão de impostos para ajudar empresas ricas.

Não é à toa, portanto, que superávit mesmo, só de seus filhos, que com pouca idade conseguiram abrir uma empresa que só tem feito enriquecer.

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Fernando Pesciotta é jornalista, consultor em comunicação e colaborador do Viva! Serra Negra. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com

Comentários

  1. Tanto Tarcísio como Zema, quebram o Estado e ficam a espera de Lula para cobrir o rombo. Enquanto isso ele favorece os ricos com isenção, abre mão de receita e enche de cabide o estado e as cidades alinhadas com o fascismo.
    Lula precisa acabar com essa festa federativa, ou seja, criar um decreto lei que proíbe essa farra com os cofres públicos e com is cargos comissionados e sem concurso.
    Exigir dos promotores qye fiscalizem a farra das licitações e das terceirizações que oneram o contribuinte.

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