//FERNANDO PESCIOTTA// União de estrelas



Numa descendente total e absoluta, a candidatura do miliciano júnior será oficializada no fim de semana em São Paulo, ainda sem ter um vice e nenhum partido aliado. Para se ter uma ideia do seu isolamento, a grande estrela da festa será o presidente da Argentina.

Javier Milei promete estar na convenção do partido de ladrões (PL) para defender a extrema-direita internacional, para quem tem pedido socorro nos últimos dias por considerar que está sendo atacado pela “esquerda global”.

Será, portanto, um encontro de maré baixa. Milei também está numa fase bem ruim. Mesmo com a Argentina perdendo a Copa para a Espanha, ele decretou feriado para “festejar”. Ninguém deu bola. Nenhum jogador apareceu na “celebração” e a população foi trabalhar normalmente. Leonel Messi nem foi a Buenos Aires.

Nas redes sociais, Milei também tem sido usado como símbolo de uma Argentina racista por causa das atitudes de sua torcida e da falta de atitude de seus jogadores em denunciar esse racismo.

O presidente da Argentina ainda tem renovado o “alerta” contra o “avanço” do socialismo no mundo, mas sua prioridade neste momento está na defesa do racismo da torcida e de Messi como símbolo da “nova Argentina” sob sua gestão de extrema-direita.

Milei e Tariflávio darão as mãos na lama.

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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com

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