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Está em curso na imprensa convencional brasileira mais uma tentativa de se livrar do presidente Lula. Não é uma campanha tão aberta, como se fez na derrubada da presidenta Dilma Rousseff.
Trata-se de uma ação velada, que tenta minar a imagem do governo de forma progressiva. A ideia agora é vincular a Lula e seus aliados às crises do Banco Master e do INSS.
Se vai conseguir não se sabe, mas a estratégia passa, por exemplo, pela troca de nomes de personagens. Fábio Luís, filho do presidente, só é chamado de Lulinha e o candidato de oposição, Flávio Bolsonaro, perdeu o sobrenome tóxico.
É uma coisa doentia achar que ao chamá-lo só de Flávio a imprensa dita liberal não está alinhada ao bolsonarismo.
André Mendonça, o terrível evangélico levado ao STF pelo miliciano, se transformou no paladino da Justiça, o Davi que confronta os maléficos ministros do STF comunista.
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, era poupado por boa parte da imprensa, especialmente aquela mais dependente do dinheiro da Faria Lima. Agora que está trancafiado em presídio federal, será levado ao bem-estar geral fazendo uma delação premiada aos moldes da Lava Jato.
Os lavajatistas, interessados em usar uma pseudoverdade para alavancar seus interesses políticos, esfregam as mãos. Acham que vão retomar os bons tempos da manipulação da informação.
Como sempre, cuidado com o que você lê na imprensa, nas redes e no zap. Não repasse sem checagem, sob pena de ser instrumento para o golpe.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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