//FERNANDO PESCIOTTA// Coisa mais chata do mundo



Uma das coisas mais idiotas do mundo é a perda de tempo, energia e dinheiro tendo de negar campanhas absurdas de desinformação.

A área de comunicação do governo, ministros, deputados e apoiadores têm o tempo todo que negar a taxação do Pix, a cobrança de impostos para baixa renda, o financiamento irregular da Lei Rouanet, que rico paga muito imposto, isso e daquilo.

É inacreditável a capacidade da extrema-direita de criar mentiras por absolutamente falta de algo útil na cabeça.

O mesmo esforço vale para falar de fatos econômicos. É preciso repetir dados concretos, números, para contestar versões falaciosas.

Nesta quarta-feira, o ministro Fernando Haddad aproveitou uma entrevista à GloboNews para dizer que a dívida pública aumenta por causa dos juros altos impostos pelo Banco Central, não por eventual crescimento de despesas.

Há um chavão mentirosos repetido à exaustão na Faria Lima, com apoio da mídia financeira, segundo o qual governos de esquerda (leia-se Lula) são gastões, por isso o aumento da dívida pública. Mentira.

A dívida pública aumenta por causa dos juros altos e não por causa do déficit. Como lembra Haddad, o déficit primário caiu 70% na gestão Lula, mesmo com herança maldita deixada pelo miliciano e seu absurdo ministro da Economia.

É muito chato ter de entender certas coisas, mas é preciso o tempo todo rechaçar mentiras, desinformações e notícias falsas plantadas por quem não tem proposta e cujo único argumento eleitoral e trapacear.

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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com


Comentários

  1. Mentir com a finalidade de ajudar o crime organizado é como um marketing reverso. Quem produz essas mentiras tenta enganar o povo e obter vantagens ilícitas.
    O Brasil sempre foi campo de uma elite tosca, ladra e vira-lata.
    Duro é ver o pobre de direita vira-lata ser roubado, enganado e achar que está se dando bem.
    O governo deveria fazer um RG político e aquele que se declarasse bolsonarista perderia o acesso ao que ofertado pelo Estado, em seus programas sociais. Aí aprenderia

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