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A chantagem do presidente dos EUA patrocinada pelos traidores da Pátria serviu para dar clareza a umas tantas coisas e para meio que definir os times que entrarão em campo em 2026 e quais táticas usarão.
Há evidências de uma conjuntura contrária à família do miliciano, que tem ficado isolada. Seus integrantes respondem com ataques a tudo e a todos, num movimento bumerangue que leva políticos conservadores e de direita a gravitarem em torno de Tarcísio de Freitas.
Do outro lado do espectro político, Lula se fortalece. Pesquisa Quaest mostra que os eleitores “nem-nem”, que não são petistas e nem adoradores do miliciano, passaram a pender mais para Lula desde a imposição tarifária de Trump e a prisão domiciliar do miliciano.
É nesse contexto que Lula reuniu seus ministros para lançar o novo slogan do governo: O Brasil é dos Brasileiros. Aproveitou para cobrar lealdade da equipe. Deixou claro que quem não estiver confortável com isso pode sair.
É como jogador de futebol em boa fase, que mesmo chutando de canela faz gol. Satisfeito com o resultado das últimas pesquisas, Lula também reforçou a retomada do discurso nacionalista, que havia sido sequestrado pela direita. Falou grosso novamente contra o imperador laranja e contra as empresas de tecnologia que puxam o saco do imperialismo americano.
Esse cenário de afunilamento do processo eleitoral e de luz no fim do túnel petista ficaria ainda melhor se a Câmara tomasse vergonha e definisse a cassação do traidor da Pátria, como Lula classificou o Bananinha, que absurdamente ganha dinheiro público para agir contra o público.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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