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Políticos e militantes de linhas “ideológicas” meio estranhas há algum tempo têm cobrado essa patacoada de patriotismo como marketing político. Penso que ser patriota é outra coisa, a começar por querer o desenvolvimento das pessoas e deixar que elas sejam como quiserem.
Desenvolvimento das pessoas pressupõe uma estrutura de Estado robusta o suficiente para ter políticas públicas em favor da sociedade. E isso começa pela Educação.
Há poucos dias, o governo anunciou a instauração de um comitê intersetorial para coordenar a implementação de uma política nacional integrada para a primeira infância. A questão é urgente.
O comitê será presidido pela Casa Civil e terá reuniões quinzenais para a construção de políticas públicas que priorizem o desenvolvimento de crianças de até seis anos.
Trata-se de um passo fundamental para o futuro do País. É papel constitucional do governo delinear políticas públicas para a educação básica, mas é pena que isso seja necessário.
Um prefeito que preste deveria dar total atenção à educação básica, reforçando métodos, intensificando cobranças e dando salários dignos aos professores e professoras da rede pública.
Sem avançar na educação, de nada adianta fazer praças novas, abrir ruas ou construir centros de eventos. Não haverá gente com cabeça e recursos para sustentar tudo isso.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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