//FERNANDO PESCIOTTA// Pontapé de partida



O PT oficializa neste sábado (25) a candidatura de Fernando Haddad ao governo do Estado. Simbolicamente, a convenção acontece em Campinas, numa tentativa de buscar votos no interior.

Apesar das pesquisas, que mostram Tarcísio de Freitas com 46% ante 30% de Haddad, a coordenação da campanha está otimista. Dirigentes do partido lembram que nunca um candidato do PT largou com tantas intenções de voto.

Além disso, justificam que tracks internos, contratados de duas empresas, mostram avanços diários e uma disputa mais acirrada, que estaria girando em torno de 3,5 pontos porcentuais quando a comparação é entre Haddad e Tarcísio.

Na última eleição, o PT ganhou na região metropolitana de São Paulo e perdeu no Interior. A estratégia agora visa ampliar a vantagem nas grandes cidades e reduzir a diferença nas menores.

Grandes esforços, porém, serão direcionados para a eleição de deputados e senadores. O entendimento é de que a disputa em São Paulo é uma oportunidade para expor verdadeiras necessidades brasileiras no momento, e a melhora das casas legislativas é a principal.

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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com

Comentários

  1. Mudanças políticas ocorrem de duas formas: Trágicas ou Lúcidas .
    Os partidos políticos, tanto de esquerda como de direita, devem se esforçar para escolher, dentro de seus quadros de filiados , os melhores nomes e, de preferência, que tenha uma vivência e conhecimento político ao cargo que pretende disputar.
    De forma trágica tivemos um candidato de extrema direita , do Rio de Janeiro , que nem sabia em que seção votava ou ficava sua zona eleitoral.
    Seu governo foi marcado por privatizações duvidosas e aplicação de pedágios num momento em que o mundo busca alternativas para reduzir os custos logísticos de transporte de produtos visando conter a inflação. Um desastre, vide caso Sabesp ou Metrô.
    Já ,a esquerda , lança Haddad, um professor que tem conhecimento das coisas públicas e fez um ótimo servico ao país no cargo de ministro..essa seria uma mudança Lucida.
    Qdo as urnas são direcionadas ao ódio ou a pressões externas quem sofre é o eleitor.

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