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Em meio à saraivada de todo lado, até da madrasta, que o tem levado à lona, o filho do miliciano entrou em modo desespero e adotou o entreguismo esdrúxulo.
Flávio Bolsonaro enviou ao governo dos EUA um pedido para que seu desejo não se realize. Após trabalhar com seu irmão e meia dúzia de outros vagabundos nos EUA contra o Brasil, agora ele acha que as imposições de Trump só ajudam o presidente Lula.
Mas é só por isso que ele implora ao imperador laranja que deixe as tarifas para lá. Se, ao contrário, pudesse ajudá-lo a vencer a eleição, tudo bem, podia prejudicar muita gente, acabar com o emprego de milhares, afetar a arrecadação. Vale tudo para lhe trazer vantagem.
Mas como pegou o modo desespero, na mensagem mandada a Trump, Flávio Bolsonaro diz que se eleito vai tirar o Brasil do Mercosul e promete atender a todos os desejos do presidente dos EUA.
De quatro, concorda em acabar com a tarifa de importação de etanol (alô pessoal do agro, olha seus interesses aí) e zerar a carga tributária de empresas de cartão de crédito.
Entreguismo bananoso, da pior espécie. Revelador de uma fraqueza que só encontra paralelo em seu pai.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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