Há uma convicção entre candidatos e marqueteiros de que vencer em Minas Gerais é condição para ser eleito presidente da República. Para isso, também é necessário montar palanque parrudo no Estado.
Daí a importância que se dá nas costuras para a montagem de chapas competitivas em Minas.
Para este ano, porém, o cenário eleitoral está bem incerto porque muita gente está se movendo e articulações têm levado a mudanças importantes.
Escolhido por Romeu Zema para sucedê-lo, o vice-governador Mateus Simões (PSD) enfrenta dificuldades para consolidar sua candidatura.
Isso porque, pressionado pelo presidente Lula a disputar o governo do Estado, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) deve se filiar ao União Brasil, afastando o partido e o PP, que compõem o centrão, da composição da chapa de extrema-direita sonhada por Zema e Simões.
O PL também deve abandonar Simões, pois busca construir uma chapa para abrir um palanque para Flávio Bolsonaro no Estado.
Tudo isso colocado, hoje se tem mais dúvidas do que certezas e tudo ainda pode acontecer, mas um cenário catastrófico para Lula pode não se confirmar.
Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com


Comentários
Postar um comentário
Os comentários são bem-vindos. Todos serão moderados. E não serão publicados os que estimulem o preconceito de qualquer espécie, ofendam, injuriem ou difamem quem quer que seja, contenham acusações improcedentes, preguem o ódio ou a violência.