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Há uma convicção entre candidatos e marqueteiros de que vencer em Minas Gerais é condição para ser eleito presidente da República. Para isso, também é necessário montar palanque parrudo no Estado.
Daí a importância que se dá nas costuras para a montagem de chapas competitivas em Minas.
Para este ano, porém, o cenário eleitoral está bem incerto porque muita gente está se movendo e articulações têm levado a mudanças importantes.
Escolhido por Romeu Zema para sucedê-lo, o vice-governador Mateus Simões (PSD) enfrenta dificuldades para consolidar sua candidatura.
Isso porque, pressionado pelo presidente Lula a disputar o governo do Estado, o senador Rodrigo Pacheco (PSD) deve se filiar ao União Brasil, afastando o partido e o PP, que compõem o centrão, da composição da chapa de extrema-direita sonhada por Zema e Simões.
O PL também deve abandonar Simões, pois busca construir uma chapa para abrir um palanque para Flávio Bolsonaro no Estado.
Tudo isso colocado, hoje se tem mais dúvidas do que certezas e tudo ainda pode acontecer, mas um cenário catastrófico para Lula pode não se confirmar.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários


Minas Gerais, um dos estados mais atrasados política e ambientalmente. Rico em minérios, mas pobre em políticos que respeitem o meio ambiente e as pessoas.
ResponderExcluirOs inúmeros desastres ambientais e a perda de vidas humanas não pesam na empatia mineira. Deve ser o efeito do pão de queijo fascista de Zema e da maçonaria golpista.
O atraso social e econômico acabam sendo o motivo das pessoas terem suas vidas em segundo plano. Não há, pela extrema direita, nenhum plano de desenvolvimento do estado.
Lula pode e está revertendo essa visão de atraso, mas muito passa pela ação do governador e Zema já deu claros sinais de atender só os ricos.