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O presidente Lula participou na Índia de uma reunião de cúpula internacional sobre inteligência artificial. Usou o evento para alertar para os riscos de manipulação na campanha eleitoral deste ano.
Lula reforça, assim, riscos já apontados pelo TSE e expostos aqui. Todo cuidado será pouco na guerra eleitoral já deflagrada.
A massificação de comportamentos abjetos nas redes sociais pode ser sinal dos tempos, mas vai machucar muita gente e pode até macular o resultado eleitoral em muitos casos.
Mesmo sem aparente uso de IA, recursos disponíveis nas redes já causam problemas graves, comprovando a perversidade do modelo de negócio das empresas do setor.
Segundo o ministro da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, houve impulsionamento pago de postagens críticas ao governo e com informações enviesadas sobre a atuação do Planalto no desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro.
Aquele desfile foi um processo mal conduzido pelo governo e pelo PT, abrindo brechas para exploração eleitoral pela oposição. O resultado está aí, com o agravante do rebaixamento da escola de samba que homenageou Lula.
Para Sidônio, está havendo uma ação criminosa de “oportunismo eleitoral” e o Planalto avalia acionar a Justiça Eleitoral para investigar o caso.
E olhe que oficialmente a campanha nem começou.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários


A oposição conservadora e a escola de samba. Os enlatados foram um sucesso que incomodou essa elite doentia, egoísta e perversa.
ResponderExcluirJá o carro alegórico com o golpe em Dilma e Lula deixou a Faria Lima perplexa, pois a escola encenou com categoria o que o jornal nacional, da Globo fez alguns segundos informativos.
A inteligência pode ser artificial, mas o povo prefere à realidade das gôndolas e as carteiras assinadas.
Chega de congresso golpista e de suas emendas impositivas.
A direita aqui e na Argentina deixaram clara a submissão aos EUA e a desgraça do trabalhador.
Vamos ao novo samba do crioulo doido.