//FERNANDO PESCIOTTA// A imprensa sempre endireita



O Brasil começou 2026 com ótimos dados macro e microeconômicos. O nível de emprego é recorde, o salário do trabalhador iniciante é o mais alto da história, a renda média avança e a inflação foi para dentro do teto da meta do Banco Central.

Ao contrário de todas as projeções do mercado financeiro, o déficit fiscal ficou dentro da meta, como antecipado pelo ministro Fernando Haddad, o que foi ignorado pela mídia.

O investidor estrangeiro sabe. Quando se cansou dos EUA de Donald Trump não foi para o México ou a Argentina de Milei. Só em janeiro, o saldo positivo na B3 é de R$ 26,5 bilhões.

As exportações conquistam novos mercados e o País retomou o protagonismo das relações internacionais, o que resulta em faturamento para as empresas.

Dados sociais indicam um Brasil muito melhor do que em 2020 e, vamos combinar, ninguém quer, na real, que as escolas virem quartéis.

Então, por que a imprensa endireita e faz todos os esforços para enxotar Lula do Palácio do Planalto?

Claramente, veículos relevantes para a opinião pública explicitam esforços hercúleos pera se alinhar a Tarcísio. Diante do medo do governador, esses veículos se entusiasmam com outra candidatura de direita que o mercado financeiro chama de terceira via.

A mídia segue orientação do mercado e sugere a volta do desastre chamado Paulo Guedes ou de alguém que pode até matar gente numa pandemia, mas estará nas mesas da Faria Lima.

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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com


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