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Cresceu nas redes sociais neste fim se semana o número de menções da ministra do Planejamento, Simone Tebet, principalmente em perfis de centro-esquerda.
Isso porque Tebet confirmou que acertou com o presidente Lula a mudança do seu domicílio eleitoral de Mato Grosso do Sul para São Paulo e se candidatar ao governo do Estado ou ao Senado.
Nas redes, a preferência é pela candidatura ao Palácio dos Bandeirantes enfrentando Tarcísio de Freitas, com menção de suposta pesquisa de intenção de voto que a coloca à frente do bolsonarista.
Há até quem diga que Tarcísio está soltando fogo pelas ventas contra Lula pela “interferência” na eleição em São Paulo.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede) também se posiciona para disputar uma cadeira no Senado por São Paulo.
Pelas declarações que fez no sábado (31), Tebet parece satisfeita e animada. Lula lhe disse que ela é importante no processo eleitoral e entende ser importante sua candidatura.
Caso Tebet dispute o Senado, o candidato a governador deverá ser Fernando Haddad, que resiste. Mas a depender do ânimo que Tebet deu à militância em dois dias e o desânimo de Haddad para concorrer, Tarcísio terá de enfrentar uma mulher. Azar dele.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários


A corrida ou disputa eleitoral começou. Haddad fez um belo serviço como ministro e hoje a calmaria a ele se deve. Seria um senador por SP. Já, Marina,
ResponderExcluirdeveria se lançar como vice de Tebete ao governo de SP. Primeiro é ver como se dará a saída de Simone do MDB, de Temer, o golpista. O nome dela foi projetado dentro do centro esquerda, mas é preciso ver, que centro.
Competência dos nomes não faltam.
Já Tarcísio não tem nome honesto, é ligado ao PCC, não cumpriu nada do que prometeu. Encantou somente o mercado com suas ações e prejudicou o povo com os pedágios, aumento do ICMS nos combustíveis, destruição total do setor energéticos em SP e prejudicou a vida de milhões com a privatização da Sabesp, deixando o Estado sem um política hídrica. Fica de namorico com o fascismo e toma rasteira de seu presidiário de estimação.
São Paulo não é terra plana e, muito menos , terra arrasada.