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Nunca é demais lembrar que o presidente Lula pegou um país destruído pela extrema-direita, arrasado em todas as áreas, das finanças, com resultados deficitários e dívidas penduradas, à cultura, passando pela educação e principalmente a saúde.
Precisou de tempo para requintar as entregas, mas o está fazendo. As tarefas mais nobres são aquelas relativas ao que Lula tem como prioridade, que é a melhora da população mais carente.
Pois o IBGE acaba de divulgar que o crescimento em ritmo maior entre os mais pobres do que entre os mais ricos fez a desigualdade de renda no Brasil voltar a cair em 2024, atingindo o menor nível da história.
O índice Gini do rendimento domiciliar caiu para 0,504 no ano passado, após permanecer estável em 0,517 nos dois anos anteriores.
O Gini é um indicador globalmente reconhecido para medir a desigualdade de renda. Com variação de zero a um, indica maior desigualdade quanto mais perto estiver de um.
O rendimento domiciliar per capita mensal no Brasil subiu 4,9%, em média, em 2024, em relação ao ano anterior, para R$ 2.017, recorde da série histórica. Porém, para desespero da Faria Lima, o aumento foi mais intenso entre as classes de menor renda, o que explica a queda da desigualdade.
Entre 2012 e 2014, essa expansão chegou a 52,3% para os 10% mais pobres da população, enquanto os 10% mais ricos tiveram alta de 9,8%.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários


O Brasil vive uma desigualdade cultural tecnológica. Muitos celulares e pouca utilização racional dos mesmos. Some-se a este fato o uso da Inteligência artificial para doutrinar e guiar esse rebanho conservador.
ResponderExcluirPessoas que poderiam, tranquilamente, ter um padrão de vida melhor por conta dessa tecnologia, mas vive explorada numa escala de trabalho 6x1. Alguns setores culpam a falta de mão de obra a essa jornada massacrante, que dizima a vida social e cultural.