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Atento ao que se passava na sede da ONU em Nova York, bufei com a repetição da ladainha de Donald Trump contra o Brasil, mas quando ele ingressou no improviso de elogios a Lula, imediatamente entendi seus sinais de desejo de abrir negociações.
A despeito de alguma ideologia, Trump tem a cabeça de empresário, que joga às favas qualquer coisa em nome de um interesse maior. Nesse caso, é evitar o agravamento de mazelas que azedem seu poder político.
Como bem lembrou o ministro Fernando Haddad, a imposição tarifária é um tiro no pé do governo Trump, pois penaliza o consumidor americano elevando o preço do café da manhã, do almoço e do jantar.
Ao ouvir o presidente americano falar da “química” que reinou no abraço com Lula, são impagáveis as reações da comitiva brasileira e a cara de aliados de Trump, como do cubano-americano Marco Rubio.
De qualquer forma, não interessa muito saber o que levou Trump a agir como agiu, mas estar preparado para a conversa com alguém que topa qualquer parada para atingir objetivos comerciais.
Ao que parece, no fundo, no fundo, a linguagem é grana com perspectiva política. Todo o resto é bobagem.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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