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A ata da última reunião do Copom, divulgada nesta terça-feira (26), confirma o grau de conservadorismo, má vontade e mau humor do Banco Central que pode comprometer o crescimento econômico.
Alegando “incertezas”, a ata confirma a previsão de apenas mais um corte de 0,5 ponto porcentual na taxa básica de juros. A partir de junho, novos cortes devem ser menores.
Na mesma hora, o IBGE divulgou o IPCA-15, prévia da inflação, mostrando desaceleração neste mês. A alta foi de 0,36%, ante 0,78% em fevereiro. No acumulado de 12 meses, o índice fica em 4,14%, menos do que os 4,49% em fevereiro.
O ministro Fernando Haddad (foto) aproveitou para dar uma cutucada. À tarde, em evento no Palácio do Planalto, disse que as condições favoráveis deste começo de ano provavelmente farão o governo rever para cima a previsão de crescimento do PIB.
Haddad lembrou os seguidos erros do mercado financeiro ao prever a taxa de crescimento no ano passado e disse que os dados de produção, emprego, arrecadação e exportação, aliados à queda dos juros e à inflação controlada, indicam uma economia mais entusiasmada do que o mercado financeiro, ao qual o BC é umbilicalmente ligado, gostaria.
“Podemos, eventualmente, repetir o bom desempenho da economia em 2023. Penso que é um cenário muito positivo para repensar o desenvolvimento da indústria do Brasil”, acrescentou.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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