//FERNANDO PESCIOTTA// Nome e sobrenome



Os EUA vão anunciar mais uma imposição tarifária ao Brasil e outros 59 países, para compensar a queda de outra taxação, do ano passado, barrada pela Suprema Corte.

Desta vez, vão alegar que esses países tiram proveito da mão de obra análoga à escravidão. O foco é a China, que está deixando os EUA no chinelo. Então, vão taxar também quem importa da China.

Para os brasileiros, trata-se de mais um agravante, mas a origem de todo o percalço comercial, na verdade, é uma decisão política. E motivada pela dupla Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, que agem diretamente com os cubanos colonialistas que estão na Casa Branca.

Paulo Figueiredo é neto de João Figueiredo, o último presidente da ditadura militar, que dizia gostar mais de cavalo do que de gente.

Mas Paulo Figueiredo, classificado de “influenciador”, é um criminoso comum. Ele foi pego na Lava Jato num esquema para blindar empresas sonegadoras de impostos. Seu trabalho era evitar que esses sonegadores fossem fiscalizados pela Receita Federal.

Por causa do crime, Paulo Figueiredo foi condenado a pagar uma multa de R$ 4,9 milhões ao erário. Além disso, agora ele deve também explicações sobre como tem construído um patrimônio milionário nos EUA.

É com esse tipo de gente que a família miliciana está acostumada a lidar e usa como arma para atacar os interesses brasileiros.

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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com

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