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A cada dia fica mais delicada a situação do ministro Dias Toffoli, do STF. Praticamente todas as suas decisões sobre o Banco Master, a começar por levar o caso desnecessariamente para o STF e para o seu colo, são contestadas com razão.
Para piorar bastante, são muitas e renovadas as denúncias de suposto envolvimento do ministro com a teia de irregularidades do banco e de seus sócios.
Os irmãos de Toffoli foram sócios dos donos do Master num resort no Paraná, frequentado por Toffoli desde 2022, para onde ele também levava seguranças em jatinhos do advogado do Master e pagos com recursos públicos.
O problema é que o desgaste de Toffoli se espalha na imagem institucional do STF. A generalização é injusta, mas é cruel. Todos os esforços recentes da Corte na defesa da democracia também acabam ficando sob risco de julgamento enviesado.
Uma saída honrosa para todos, especula-se, é a devolução do processo para a primeira instância do Judiciário, de onde nunca deveria ter saído – Toffoli alegou uma insinuação de envolvimento de um deputado baiano, com foro, portanto.
Se estiver de fato preocupado com o caso e, principalmente, com a imagem do STF, Toffoli deveria acelerar a retirada do caso de seu colo.
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Fernando Pesciotta é jornalista e consultor em comunicação. Contato: fernandopaulopesciotta@gmail.com
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Comentários


A corrupção chegar ao poder judiciário nunca foi novidade, mas ao saber dela ou haver suspeita sempre é bom estancar logo para exemplo aos demais poderes.
ResponderExcluirA saída nunca será honrosa num cargo vitalício até os 70 anos.
Pediu contato e ele veio agora é esperar pela ética de Toffoli e a pressão dos iguais.